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quinta-feira, 17 de março de 2011

Vitaminas

As vitaminas são substâncias orgânicas, presentes em pequena quantidade nos alimentos naturais, essenciais para o metabolismo normal e cuja carência na dieta pode causar doenças.


Não podem ser sintetizadas pelo homem, pelo menos em quantidades apreciáveis. A deficiência de vitaminas é chamada de hipovitaminose ou avitaminose. O excesso também pode trazer problemas, nos casos das vitaminas liposolúveis, de mais difícil eliminação, e é chamado de hipervitaminose. Atualmente é reconhecido que os Seres humanos necessitam de 13 vitaminas diferentes.



O nome vitamina foi criado pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra latina vita (vida) e no sufixo -amina (aminas vitais ou aminas da vida). Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome manteve-se.




As vitaminas podem ser classificadas em dois grupos de acordo com sua solubilidade. Quando solúveis em gorduras, são agrupadas como vitaminas lipossolúveis e sua absorção é feita junto à da gordura, podendo acumular-se no organismo alcançando níveis tóxicos. São as vitaminas A, D, E e K. Já as vitaminas solúveis em água são chamadas de hidrossolúveis e consistem nas vitaminas presentes no complexo B e a vitamina C. Essas não são acumuladas em altas doses no organismo, sendo eliminada pela urina. Por isso se necessita de uma ingestão quase diária para a reposição dessas vitaminas. Algumas vitaminas do Complexo B podem ser encontradas como co-fatores de enzimas, desempenhando a função de coenzimas.




Apesar de precisarem ser consumidas em pequenas quantidades, se houver deficiência de algumas vitaminas, estas podem provocar doenças específicas, como: beribéri, escorbuto, raquitismo e xeroftalmia.




São micronutrientes necessários ao organismo, que são ingeridos em pequenas quantidades numa variedade extensa de suas funções. Geralmente não podem ser produzidas pelo nosso organismo, portanto devem estar presentes diariamente em nossa alimentação


Também são substâncias orgânicas necessárias em pequenas quantidades como coenzimas ou enzimas, em processos metabólicos distintos que são fundamentais para o funcionamento normal do organismo. Em condições normais, o seu aporte ao organismo faz-se, basicamente, através da ingestão de alimentos. Porém, existem situações em que os requisitos vitamínicos não são supridos e, logo, justificam a sua utilização terapêutica.




Vitamina A


Estudos mais recentes vêm mostrando que a vitamina A age como antioxidante (combate os radicais livres que aceleram o envelhecimento e estão associados a algumas doenças). Porém, recomenda-se cautela no uso de vitamina A, mediante o uso de megadoses por exemplo, uma vez que, em excesso, ela também é prejudicial ao organismo.

Vitamina B1


A Vitamina B1 tem as seguintes funções no organismo:


• Importante para o bom funcionamento do sistema nervoso, dos músculos e do coração.
• Auxilia as células na produção de combustível para que o corpo possa viver.
• Melhora a atitude mental e o raciocínio.


A carência desta vitamina na alimentação humana pode conduzir à avitaminose designada por beribéri.


Sinais de falta: Insônia, nervosismo, irritação, fadiga, depressão, perda de apetite e energia, dores no abdômen e no peito, sensação de agulhadas e queimação nos pés, perda do tato e da memória, problemas de concentração.
Inimigos da Vitamina B1: Álcool, café e cigarro, antiácido, barbitúricos, diuréticos, excesso de doces e açúcar, e betel.


Foi descoberto que certos peixes de rio cru, ostras cruas, e samambaias produzem uma enzima que destroi a vitamina B1.



Vitamina B2



É uma molécula da classe das vitaminas. No organismo humano, favorece o metabolismo das gorduras, açúcares e proteínas e é importante para a saúde dos olhos, pele, boca e cabelos.


A deficiência em riboflavina provoca rachaduras nos cantos da boca e nariz, estomatite, coceira e ardor nos olhos, inflamações das gengivas com sangramento, língua arroxeada, pele seca, depressão, catarata, letargia e histeria.


A riboflavina é essencial na síntese do dinucleótido de flavina-adenina (FAD), fazendo parte da estrutura desta molécula. O FAD é por isso considerado a forma biologicamente activa da riboflavina.


Vitamina B5


A vitamina B5, também conhecida como ácido pantotênico ou pantotenato (o anião correspondente ao ácido pantoténico) é uma vitamina que ajuda a controlar a capacidade de resposta do corpo ao stress e no metabolismo das proteínas, gorduras e açúcares.

Vitamina B6


A piridoxina (também conhecida como vitamina B6) favorece a respiração das células e ajuda no metabolismo das proteínas. A vitamina B6, também conhecida como piridoxina, é absorvida no intestino delgado, mas diferentemente das outras do complexo não é totalmente excretada pelos rins, ficando retida, principalmente, nos músculos.


Essa vitamina ajuda no metabolismo dos aminoácidos, sendo importante para um crescimento normal e essencial para o metabolismo do triptofano e para a conversão deste em niacina. Isto mostra a ligação que essas vitaminas tem umas com as outras.


A deficiência dessa vitamina é relativamente rara, no entanto, alguns medicamentos como a isoniazida, diminuem as concentrações plasmáticas da piridoxina.


Pessoas com quadro de alcoolismo e mulheres grávidas que apresentam pré-eclâmsia ou eclâmpsia,podem apresentar deficiência dessa vitamina.


Estudos feitos, ainda não comprovaram, totalmente, sua eficiência na tensão pré-menstrual.
Na falta da Vitamina B6 pode ocorrer: dermatite, anemia, gengivite, feridas na boca e na língua, náusea e nervosismo.



Vitamina B12


A cobalamina (ou cianocobalamina), também conhecida como vitamina B12, tem as seguintes funções no nosso organismo:


• Necessária à eritropoiese, e em parte do metabolismo dos aminoácidos e dos ácidos nucleicos;
• Possui uma função indispensável na formação do sangue;
• Necessária para uma boa manutenção do sistema nervoso.


Segundo a organização norte-americana Food and Nutrition Board, a dose diária de vitamina B12 necessária para o organismo é de 2,4 microgramas (mcg) para adultos, 1,2 mcg para crianças de até oito anos e 2,8 mcg para gestantes e mães que amamentam.


Vitamina C


O ácido ascórbico ou vitamina C (C6H8O6, ascorbato, quando na forma ionizada) é uma molécula usada na hidroxilação de várias outras em reações bioquímicas nas células. A sua principal função é a hidroxilação do colágeno, a proteína fibrilar que dá resistência aos ossos, dentes, tendões e paredes dos vasos sanguíneos.


Além disso é um poderoso antioxidante, sendo usado para transformar os radicais livres de oxigênio em formas inertes. É também usado na síntese de algumas moléculas que servem como hormônios ou neurotransmissores.


Vitamina D


A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio (após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos ossos e dentes. É uma vitamina lipossolúvel obtida a partir do colesterol como precursor metabólico através da luz do sol, e de fontes dietéticas. Funcionalmente, a vitamina D atua como um hormônio que mantém as concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição da absorção desses minerais no intestino delgado. A vitamina D também regula o metabolismo ósseo e a deposição de cálcio nos ossos.


O nome vitamina foi cunhado pelo bioquímico polonês Casimir Funk em 1912, baseado na palavra em latim vita (vida) e no sufixo -amina. Foi usado inicialmente para descrever estas substâncias do grupo funcional amina, pois naquele tempo pensava-se que todas as vitaminas eram aminas. Apesar do erro, o nome manteve-se.


A vitamina D também é muito importante para crianças, gestantes e mães que amamentam, por favorecer o crescimento e permitir a fixação de cálcio nos ossos e dentes.


Além da importância na manutenção dos níveis do cálcio no sangue e na saúde dos ossos, a vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas. A deficiência da vitamina D pode precipitar e aumentar a osteoporose em adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças.


Vitamina E


O tocoferol é uma vitamina lipossolúvel da família da vitamina E. Ela previne o dano celular ao inibir a peroxidação lipídica, a formação de radicais livres e doenças cardiovasculares. Melhora a circulação sanguínea, regenera tecidos e é útil no tratamento de seios fibrocísticos, tensão pré-menstrual e claudicação intermitente. É sabido que é praticamente impossível obter dos alimentos as doses de vitamina E que combatem doenças cardíacas e o câncer, além de aumentar a resistência imunológica - a menos que você ingira mais de 5.000 calorias por dia, a maioria proveniente de lipídios.


Pode aliviar situações de stress, particularmente as geradas pelo oxigênio. Este tipo de vitamina atua através do bloqueio das moléculas instáveis de oxigênio singlete.


A vitamina E previne a oxidação espontânea dos elementos polinsaturados e protege, em termos funcionais, estruturas celulares importantes dos tecidos, supostamente através da inibição da peroxidação lipídica.



• Essencial para o bom funcionamento do tecido muscular;
• Necessária à formação das células sexuais.
• É vital para o sangue


Na falta desta vitamina na alimentação pode desenvolver-se a avitaminose designada por Esterilidade.


Recentemente foi constatado que uma dieta rica em vitamina E pode proteger contra o mal de Parkinson, de acordo com estudo da Universidade de Queen, no Canadá, publicado na revista Lancet Neurology.


O estudo, feito com base em oito trabalhos científicos anteriores publicados entre 1966 e 2005 e que investigaram os efeitos das vitaminas E e C e do nutriente beta caroteno, concluiu que pessoas que consomem verduras, nozes e óleos vegetais, têm probabilidade muito menor de desenvolver o mal de Parkinson.


Constatou-se que o mesmo efeito não foi verificado em relação à vitamina C e ao beta caroteno.


Vitamina K


A vitamina K denota um grupo de vitaminas lipofílicas e hidrofóbicas, que são necessárias para a modificação pós-tradicional de certas proteínas, principalmente necessárias para a coagulação do sangue.


A vitamina K2 (menaquinona, menatetrenona) é produzida normalmente pelas bactérias dos intestinos, e a sua deficiência na dieta é extremamente rara, a menos que os intestinos estejam muito danificados.

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